
Causas:
- Envelhecimento (mais comum): Com o tempo, o cristalino perde transparência e vai ficando “opaco”, formando a catarata.
- Genética e catarata congênita: Alguns casos aparecem desde o nascimento ou por predisposição familiar.
- Diabetes: Aumenta o risco e pode acelerar o aparecimento da catarata.
- Uso prolongado de corticoides: Principalmente corticoide sistêmico (comprimidos/injeções), mas outras formas também podem contribuir dependendo da dose/tempo.
- Exposição ao sol (radiação UV): Exposição crônica sem proteção pode aumentar o risco.
- Trauma ocular e inflamações: Pancadas, perfurações, uveítes e outras inflamações podem levar a catarata.
- Tabagismo (e outros fatores): Fumar está associado a maior risco de catarata.
Tratamentos:
- Óculos/ajustes temporários (fase inicial):
Em estágios leves, pode ajudar ajustar o grau e melhorar a iluminação para leitura, mas isso não elimina a catarata. - Cirurgia de catarata (tratamento definitivo):
Remove-se o cristalino opaco e implanta-se uma lente intraocular (LIO). A técnica mais comum é a facoemulsificação (ultrassom com incisão pequena). - Escolha da lente intraocular:
Pode ser monofocal, tórica (se há astigmatismo) e, em alguns casos, multifocal/EDOF, conforme exames, estilo de vida e indicação médica. - Acompanhamento:
A cirurgia costuma ser indicada quando a catarata começa a atrapalhar atividades do dia a dia (dirigir, ler, trabalhar), e a decisão é individualizada.

